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Delegação e Poder

A delegação é uma das principais aliada dos executivos na construção de um ambiente produtivo, participativo, desenvolvimentista e desafiador.

Ambientes com estas características são almejados por 10 entre 10 novos entrantes no mercado de trabalho e, acredito, pela maioria dos profissionais que, embora mais experientes, alimenta a boa ambição profissional.

Então porque existe tanta resistência em se delegar adequadamente? Ou não será resistência e sim incompetência? Vamos a algumas ponderações para tentar concluir.

1-      Delegação possibilita desenvolvimento.

2-      Delegação valoriza pessoas.

3-      Delegação motiva.

4-      Delegação gera tempo discricionário.

Porém,

5-      Para delegar é preciso ensinar

6-      Para delegar é preciso confiar.

7-      Delegação pressupõe riscos.

8-      Delegação não exime da responsabilidade final.

Então, se a delegação desenvolve, ensina, gera tempo adicional para ser aplicado em inovação e melhorias, valoriza as pessoas e motiva, não há por que não usá-la, certo?

Nem tanto, pois, confiar nas pessoas, assumir os riscos de eventuais erros e se responsabilizar pelo resultado final pode ser muito difícil para algumas pessoas.

Contudo, este é o caminho. Não conheço ninguém de sucesso que não tenha se cercado de boas pessoas para auxiliá-lo na realização dos seus mais grandiosos planos, pessoais ou profissionais, em um exercício prático de ganha-ganha.

Em tempo, o medo da perda de poder através da delegação, implícito em muitas situações de gestão centralizada, é característico de quem não confia nas pessoas, não assumem responsabilidades e têm total aversão a riscos. Estes fatalmente perdem o tão valorizado poder por outros, óbvios, motivos…

Luiz Eduardo Neves Loureiro

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