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Como atravessar 2016.

Você e sua empresa estão preparados para o ano de 2016? O noticiário nos enche de previsões de problemas na economia, na política e, por consequência, no humor do mercado e no astral das pessoas. Esqueça o “fazer mais com menos” porque, além de ser um jargão dos que não inovam e não criam alternativas, já vem sendo aplicado em 2015 com resultados pífios para a maioria das organizações.

Então, como atravessar o ano de forma mais segura, planejada e, de preferência, preservando seus clientes e ganhando algum dinheiro?

Esta pergunta pode ter uma infinidade de respostas, mas eu não acredito em nenhuma que não considere o conhecimento técnico, a experiência prática, os sentimentos e a criatividade daqueles que, no final, serão os responsáveis por executar os planos de ação definidos nos gabinetes executivos.

Querer fazer de 2016 um ano de oportunidades e de crescimento pode parecer utópico, contudo, que será um ano difícil nós já sabemos; que teremos de reduzir investimentos e aumentar o controle do caixa, também já sabemos.

Porém, recorrer ao protocolo padrão de gestão em tempos de crises que conta com demissões, aumentos forçados de margens operacionais, renegociações de contratos, redução da produção, etc., nem sempre dá o resultado esperado, mas causa um enorme estrago na velocidade de reação das empresas quando a crise diminui e o mercado retoma o ritmo normal de consumo e de utilização de serviços.

Quando a economia começa a se reaquecer é muito importante já estar com a equipe bem composta, preparada para a produção e para o atendimento ao cliente. Ir ao mercado em busca de contratação quando o mercado reaquece significa perder o melhor momento da demanda, quando muitos procuram por produtos e serviços, mas poucos estão estruturados para fornecê-los.

Com isso eu não quero dizer que as empresas devam se sacrificar e arcar com grandes prejuízos durante a crise e fiquem apenas esperando a hora da bonança. O que eu quero dizer é que é possível racionalizar a utilização de recursos, preservar os melhores talentos, manter a produtividade e a margem operacional em níveis satisfatórios e, além disso, estar plenamente capacitado para atender o mercado na hora da recuperação.

Para que isso aconteça é necessário envolver toda a equipe de gestão da organização, inclusive (e principalmente) os níveis de média gerência, supervisão e coordenação, em um projeto de “travessia” que visa criar estratégias de redução de custos, melhorias nos processos, abordagens ao mercado, etc.

Se você quer receber um PDF com um passo a passo para se planejar e atravessar bem o ano de 2016, ainda esta semana, cadastre seu e-mail aqui.

 

Luiz Eduardo Neves Loureiro

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