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Coaching de Equipes aumenta a produtividade e a rentabilidade das empresas

As notícias dos últimos dias nos dão conta de quanto está difícil para as empresas manterem a rentabilidade de seus negócios e, dessa forma, remunerarem adequadamente o acionista/investidor e competirem no mercado globalizado, cada vez mais aberto e exigente.

A Folha de São Paulo do dia 02/10/2012 trouxe em seu caderno Mercado a notícia de que a empresa aérea GOL anunciou um investimento de US$ 6 bilhões com a intenção de cortar custos. Por mais paradoxal que pareça, a lógica é comprar jatos mais eficientes energeticamente e economizar um rio de dinheiro no consumo de combustível.

Também nessa semana a revista Exame edição 1025 traz na capa “Por que somos tão improdutivos” com seguinte chamada: “Fato: um único trabalhador americano produz o mesmo que cinco brasileiros…”.

É triste, mas certamente seria muito pior se o termo de comparação fossem alguns países da Ásia, em que pese seus métodos questionáveis, continuam com altíssima produtividade e caminham firmemente para o reconhecimento da qualidade de seus produtos.

Na pesquisa feita pela revista Exame, um dado chama atenção de quem se interessa por Desenvolvimento Humano. Para a pergunta sobre qual o fator mais importante para produtividade no ambiente interno da empresa, a resposta foi a seguinte:

8% Tecnologia e máquinas.

23% Liderança e motivação.

27% Nível de qualificação e educação dos funcionários.

42% Processos e organização do trabalho.

Considerando que o entendimento e aplicação adequada dos processos de trabalho dependem em grande medida de aspectos comportamentais da liderança e das equipes, temos um quadro que indica 92% para a necessidade de ações de treinamento e desenvolvimento de responsabilidade do RH.

Mas normalmente não é essa a decisão natural das empresas na hora de definir investimentos. Comprar máquinas e equipamentos e investir em tecnologia costuma ser prioridade – caso da Gol e de inúmeras outras empresas.

Não se questiona a importância do uso da tecnologia e de maquinário moderno e eficiente para reduzir custos. Contudo, temos que pensar na qualificação das pessoas que se responsabilizarão pela operação, e não apenas tecnicamente, mas principalmente nos perfis comportamentais e na qualidade das relações e conexões interpessoais. Estes sim, grandes diferenciais de performance.

Uma alternativa muito eficiente aos treinamentos tradicionais são os programas de Coaching de Equipes. Nesses programas, os aspectos comportamentais são abordados e tratados tendo como pano de fundo uma meta – quantitativa ou qualitativa – real da equipe.

Ele possibilita que os processos sejam revisados e redesenhados – se necessário –, as conexões interpessoais sejam entendidas, estabelecidas e “azeitadas”, os estilos pessoais sejam reconhecidos, respeitados, e melhor utilizados.

As competências de liderança e os instrumentos de desenvolvimento de equipe – como feedback, comunicação, delegação, etc. – são trabalhados de maneira prática e construtiva no contexto do objetivo a ser atingido, mostrando coerência e facilitando o entendimento de todos os participantes.

Nesse processo evidenciam-se também as necessidades específicas de treinamentos técnicos, da equipe ou individuais, tornando a aplicação de tais treinamentos muito mais assertiva, racional e econômica.

O Coaching de Equipes é uma grande ferramenta de Desenvolvimento Humano para as empresas e gestores que acreditam no conceito de Gestão Estratégica de Pessoas. Nele se verifica que resultados são mais sólidos e perenes se conseguidos pelo comprometimento das pessoas. Por entenderem e acreditarem no processo.

Nesse conceito, máquinas, tecnologia e processos complexos de gestão também podem estar presentes, mas certamente, vêm depois, ou em função das pessoas.

Luiz Eduardo Neves loureiro

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